Vencendo as tempestades da vida

Atos 27:27-44

Quando enfrentamos os ventos e as tempestades da vida, a tendência humana é que sejamos tomados por sentimentos como o medo, desespero, ansiedade, etc.

Entretanto, como cristãos, precisamos entender o propósito de Deus através da tempestade. O apóstolo Paulo não sabia exatamente o que lhe aconteceria, mas reconhecia que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus…”, Romanos 8:28.

Algumas atitudes que a tripulação tomou em meio à tempestade:

  1. Lançar o prumo – Atos 27:27-29 – era um instrumento para verificar onde havia o perigo e para manter o equilíbrio do navio. Por isso, aprendemos que quando estivermos passando por alguma tempestade, devemos manter o equilíbrio emocional, ancorando nossa fé em Cristo e em Sua Palavra.
  1. Alimentar-se –  Atos 27:34 – Em momentos de tensão física e emocional, você não pode deixar de alimentar-se. Paulo entendia que eles deveriam alimentar-se para que não ficassem ainda mais debilitados. Precisamos do alimento da Palavra de Deus, das promessas que nos fortalecem, João 6:48-56.
  1. Aliviar o navio –  Atos 27:29 – para evitar o naufrágio, decidiram aliviar o navio de todo peso. Precisamos tirar todo peso da alma, como ressentimentos, ódio, mágoas, inveja, etc. Quantos naufragaram na vida porque não tiraram o peso da alma.

Conclusão: Após a tempestade, Paulo foi usado por Deus, foi honrado e recebeu toda a provisão de que precisava para prosseguir viagem.

Denúncia!

O filho do ex-jogador “Escurinho”, D’ MARCELLUS MACHADO, está sendo denunciado por estelionato. De acordo com o Boletim de Ocorrência, registrado na Delegacia de Policia Civil de Cristalândia – TO.


O blog apurou que D´MARCELLUS MACHADO, filho do ex-jogador Escurinho (atleta que teve passagem pelo Internacional de Porto Alegre, Palmeiras e Barcelona do Equador) vem dando golpe em todo Brasil usando o nome do pai. Jogadores das categorias de base e até mesmo profissionais têm sido enganados por ele e outro suposto estelionatário, por nome de Thiago Magalhães Denardin.

Muitos meninos que cultivam o sonho de se tornarem jogadores profissionais enviaram dinheiro para uma conta/corrente dos falsos empresários. Depois disso ficaram sem respostas e respaldo, sentindo-se abandonados. Segundo os denunciantes existem mais de dez processos registrados em outros Estados, contra a citada dupla.

Vejam abaixo a cópia do Boletim de Ocorrência:

Boletim de Ocorrência

Perfil desejado para o presidente do Santos

Ser uma pessoa incomum do ponto de vista do empreendedorismo. Que seja capaz de fazer aquilo que aos olhos das pessoas comuns pareça impossível. Captar recursos financeiros, patrocínios e etc.

Seja Líder, determinado, entusiasmado, capacitado, corajoso.

Seja capaz de dotar o clube de objetivos transparentes, de curto, médio e longo prazo.

Que pense grande, e tenha uma verdadeira OBSESSÃO em transformar e manter o Santos numa grande potencia mundial do futebol.

Possua legitimidade e credibilidade junto aos sócios.

Que faça uso de sua legitimidade para defender o clube em qualquer local ou situação, nas entidades como federações e confederação, e clubes adversários e etc..

Que não recue um milímetro na profissionalização do Alvinegro.

Que seja capaz e tenha determinação para contratar os melhores profissionais para todas as áreas do clube: Futebol profissional, futebol de base, comissão técnica; médicos; financeiro; administrativo; marketing; jurídico; Etc.etc.

Que não gaste mais do que arrecada.

Ernesto Franze

O Santos da mostras de total despreparo para explorar um contingente de mais de 7 milhões de torcedores/consumidores

Os times com torcidas representativas, presentes nos estádios, são mais respeitados do que times com história recheada de títulos e conquistas. Isso é incontestável, não adianta espernear.

Dois fatos incontestáveis:

1º A TV Globo tem desprezado os jogos do time Santos nos últimos anos, preferiu passar para capital e para o estado de São Paulo um filme no dia que o Peixe era única opção de transmissão, numa quarta-feira, quando jogava a decisão de recopa sul americana. 

2º As pesquisas apontam, nos últimos vinte anos, que o Santos possui mais torcedores que o Atlético Mineiro no Brasil, e em algumas pesquisas o time paulista possui o dobro de torcedores do time mineiro. 

Eu pergunto aos senhores: 

A Rede Globo faria o mesmo com o Atlético Mineiro em Belo Horizonte na disputa de uma recopa? 

Nunca! Não teriam coragem. 

O Santos da mostras de total despreparo para explorar um contingente de mais de 7 milhões de torcedores/consumidores. Veja no link abaixo da nova pesquisa: 

http://www.pluriconsultoria.com.br/uploads/relatorios/REPORT%20PLURI%20STOCHOS%20-%20TAMANHO%20DE%20TORCIDAS.pdf  

Para se ter uma idéia: 

Na penúltima pesquisa em 2.010 o Santos tinha 2,6% da população brasileira, e na última realizada em 2.013 o número de santistas com mais de 16 anos subiu para 3,4%. Passamos o Grêmio no período, e hoje somos a sétima do Brasil. 

Pode parecer pequeno esse crescimento, mas 0,8% (aproximadamente um milhão quinhentos mil novos torcedores), número um pouco maior do que a torcida do Atlético Paranaense, e o dobro do tamanho de torcidas de times importantes como Coritiba e Goiás. 

Apenas 7,5% dos torcedores do Santos são fanáticos. Do Grêmio 22%, por quê? 

Essa outra pesquisa relevante da Pluri Consultoria traz um dado preocupante, veja no link abaixo: 

http://www.goal.com/br/news/3599/futebol-nacional/2013/10/16/4338015/torcida-do-gr%C3%AAmio-%C3%A9-a-mais-fan%C3%A1tica-do-brasil-aponta-estudo 

A importante pesquisa informa que apenas 7,5% de torcida do Santos é fanática, e 22% dos alvinegros são indiferentes ao time. O inverso de Grêmio e Internacional, por quê?  

Esse assunto exige um estudo mais aprofundado por parte do clube. A principio isso explica nossa média de público e nossa audiência do PPV, onde somos o último colocado entre os 12 clubes grandes do Brasil (4 paulista, 4 carioca, 2 mineiro, 2 gaúcho) num resultado vergonhoso com 60% da audiência do Botafogo. Veja no Link abaixo: 

Audiência de PPV do Santos é desprezível 

http://globoesporte.globo.com/platb/olharcronicoesportivo/2011/08/25/ppv-20112012-a-participacao-de-cada-clube-3/ 

É evidente que grande parte dos males do alvinegro está no fato do clube insistir em mandar seus jogos na Vila, numa região onde reside apenas de oito a dez por cento de sua torcida. 

E deixar de jogar em São Paulo que é o centro geográfico de onde reside mais de sessenta por cento de sua torcida. Torcida alvinegra da capital, grande São Paulo, e interior próximo, e da própria baixada santista.    

Ernesto.

Perfil desejado para o presidente do Santos

Ser uma pessoa incomum do ponto de vista do empreendedorismo. Que seja capaz de fazer aquilo que aos olhos das pessoas comuns pareça impossível. Captar recursos financeiros, patrocínios e etc. 

Seja Líder, determinado, entusiasmado, capacitado, corajoso.  

Seja capaz de dotar o clube de objetivos transparentes, de curto, médio e longo prazo. 

Que pense grande, e tenha uma verdadeira OBSESSÃO em transformar e manter o Santos numa grande potencia mundial do futebol

Possua legitimidade e credibilidade junto aos sócios e a grande torcida do Peixe. 

Que faça uso de sua legitimidade e credibilidade para defender o clube em qualquer local ou situação, nas entidades como federações e confederação, e clubes adversários e etc.  

Que utilize critérios que não sejam políticos para formar seu Conselho Gestor, que escolha pessoas capacitadas para auxiliá-lo na tarefa de dirigir os destinos do clube. 

Que não recue um milímetro na profissionalização do Alvinegro. 

Que seja capaz e tenha determinação para contratar os melhores profissionais para todas as áreas do clube: Futebol profissional, futebol de base, comissão técnica; médicos; financeiro; administrativo; marketing; jurídico; Etc.etc. 

Que não gaste mais do que arrecada.

Ernesto.

Pobre futebol rico

Os dois clubes mais ricos do futebol brasileiro ficarão ainda mais ricos a partir de 1º de janeiro de 2016. Os contratos de transmissão dos jogos de Corinthians e Flamengo com a Rede Globo no Brasileirão valem hoje R$ 120 milhões por ano. Valerão R$ 170 milhões.

Essa conta não inclui o pay-per-view, modalidade em que corintianos e rubro-negros também são campeões.

Não há nenhum problema em Corinthians e Flamengo arrecadarem tanto. O que salta aos olhos é como a distância aumenta a cada renovação contratual, entre os donos das duas maiores torcidas e os demais clubes do Brasileirão.

Hoje, Palmeiras e Vasco arrecadam R$ 80 milhões, R$ 40 milhões de TV a menos do que Corinthians e Flamengo. A partir de 2016, a distância vai subir para R$ 70 milhões. Atlético-MG, Cruzeiro, Inter, Grêmio, Fluminense e Botafogo recebem R$ 45 milhões por ano. Vão ganhar R$ 60 milhões. Significa que receberão R$ 110 milhões a menos do que os gigantes.

Desde a última renovação do contrato, há dois anos, discute-se o risco de haver desequilíbrio semelhante ao da Espanha, onde Real Madrid e Barcelona revezam-se como campeão e vice há nove temporadas. Isso não está acontecendo no Brasil. O Cruzeiro, virtual campeão, pode quebrar a longa hegemonia Rio-SP.

O risco é menor no Brasil do que na Espanha porque aqui há 12 clubes com a ambição do título. Mas o perigo existe e conviver com esse risco só será justo se existir também a chance de equiparar o Brasileirão ao Espanhol em outras coisas.

Estádios lotados, altos índices de audiência, gente falando da disputa em todos os bares, ruas e restaurantes. Um campeonato onde a TV dá R$ 1 bilhão, e dará R$ 1,6 bilhão para os clubes, precisa empolgar.

Até 2009, Flamengo, Corinthians, São Paulo, Palmeiras e Vasco ganhavam R$ 25 milhões por ano, cada um. Aquele Brasileirão teve o Flamengo campeão e a melhor média de público nos estádios desde 1987, na Copa União.

Na época, a Globo gastava R$ 150 milhões por ano. Em 2016, gastará dez vezes mais.

Mas a audiência dos jogos não cresce, e os estádios têm média de público 27% inferior a quatro anos atrás. Por que pagar mais por um campeonato que vale menos?

Junte tudo isso à discussão da semana, sobre o calendário.

A lógica dos jogadores de tornar o calendário mais racional e melhorar a qualidade das partidas deveria agradar a quem vende o espetáculo televisivo.

No final da semana, a Globo admitiu a hipótese da mudança do calendário, mas só a partir de 2015. Sem aliado econômico na batalha, os jogadores ganham amigos políticos. O presidente da Federação do Rio, Rubens Lopes, promete iniciar seu Estadual dez dias mais tarde. Seu objetivo é óbvio: deixar Marco Polo Del Nero como único vilão.

Paulo Vinícius de Coelho – Jornal Folha de São Paulo

Inspirado no Dortmund, Santos irá estudar como atrair torcida ao estádio

Bruno Cassucci – 03/09/2013 – 07:30 São Paulo (SP)

Torcida do Borussia Dortmund (Foto: Christof Stache/AFP)
Torcida do Borussia Dortmund comparece em peso aos jogos do time (Foto: Christof Stache/AFP)

Uma das missões do novo Comitê de Gestão do Santos é atrair maior público para os jogos da equipe. Mesmo sendo o terceiro clube com mais associados adimplentes no Brasil, perdendo apenas para Internacional e Grêmio, o Peixe tem audiência pífia em seus jogos, sendo o quarto pior do Brasileiro se considerados os jogos na Vila Belmiro – na primeira rodada mandou duelo contra o Flamengo no Mané Garrincha, em Brasília.

Um grupo foi formado na cúpula alvinegra para estudar o que fazer para atrair mais santistas para o estádio. A ideia é realizar pesquisas com sócios e torcedores comuns para identificar as justificativas para não ir aos jogos, além de estudar casos de sucesso.

Um exemplo citado pelos cartolas do Peixe é o do Borussia Dortmund, localizado em uma cidade com população semelhante à da Baixada Santista, que tem lotação máxima em quase todas as partidas. Outros clubes da Alemanha e da Inglaterra serão analisados.

Francisco Cembranelli, membro do Comitê de Gestão do Santos, é um dos que cuidará do assunto.

– Antes de internacionalizarmos a marca do clube, precisamos consolidá-la na cidade, no estado e no país. Você vê que as equipes da Europa que foram para o mercado asiático, por exemplo, já estavam bem consolidadas nacionalmente – afirma o dirigente, que é promotor.

Em meio à isso, o Peixe discute a construção de um novo estádio ou a reforma da Vila Belmiro. Arrendar o Pacaembu é outra alternativa.

Membro do Comitê do Santos assinou lista por renúncia de Luis Alvaro

Antes de ser escolhido para integrar o Comitê de Gestão do Santos, José Paulo Fernandes aderiu à lista de assinaturas de conselheiros solicitando uma reunião extraordinária na qual seria pedida a renúncia do presidente Luis Alvaro Ribeiro e dos outros membros da cúpula do clube. A possibilidade de impeachment também era cogitada. Tal fato gerou mal-estar entre funcionários e conselheiros do Peixe, que consideraram a atitude oportunista e até golpista.

A escolha de José Paulo por Odílio Rodrigues, presidente em exercício do Santos, também foi um dos motivos para Augusto Videira deixar o Comitê. José Berenguer, outro membro da diretoria, aventou a possibilidade de sair, mas não quis dar adeus ao clube em um momento delicado e, assim, passar a impressão de que estivesse “abandonando o barco”.

Cartola do Peixe nos anos 90, quando foi vice-presidente e diretor de futebol, José Paulo não pertence a nenhum grupo político. A escolha dele foi bem aceita no Conselho Deliberativo do clube, onde ele tem bom trânsito e é visto como experiente no meio da bola.

Ele foi denunciado na CPI do Futebol, em 2000, mas as acusações contra ele nunca foram provadas.

Além do presidente Odílio e de José Paulo, fazem parte do Comitê Francisco Cembranelli, José Berenguer, Luis Claudio de Aquino, Luiz Fernando Fleury, Ronald Luiz Monteiro e Thiers Fleming.

Tirem suas conclusões! 

Santos demite profissionais da base e prepara nova lista de cortes

Luiz Fernando, gerente da base do Santos, foi demitido (Foto: Divulgação/Santos F.C)

Luiz Fernando, gerente da base do Santos, foi demitido (Foto: Divulgação/Santos F.C)

Segue a “limpa” no Santos. Nesta segunda-feira, foram demitidos Luiz Fernando Moraes, gerente de futebol da base, Luis Carlos, responsável pela parte administrativa das categorias inferiores do Alvinegro, além dos olheiros Ademar Alves e Lica Crivelli.

Destes, o principal nome é o de Luiz Fernando, que acumulou sucessos no Peixe com a conquista de diversos títulos nas categorias de base nos últimos anos. Nesta temporada, inclusive, a equipe sub-20 conquistou o título da Copa São Paulo de Futebol Júnior após quase 30 anos. A queda dele gerou revolta em conselheiros influentes na Vila Belmiro.

Procurada, a diretoria alvinegra não atendeu aos contatos da reportagem do LANCE!Net, mas a justificativa dos cortes deve ser a mesma das últimas demissões: corte de gastos previstos para a nova gestão presidida por Odílio Rodrígues. No entanto, nos bastidores, o “facão” é atribuído a questões políticas, já que muitos dos que caíram pertenciam à Resgate Santista, grupo que apoiou o ex-presidente Luis Alvaro nas última eleições, mas sofreu um racha e perdeu influência no clube.

Antes do quarteto da base, já tinham sido demitidos membros do staff de Neymar, os advogados esportivos João Vicente Gazolla e Fábio Gonzalez, o preparador de goleiros Oscar Rodrigues, os superintendentes de futebol e admnistrativo, Felipe Faro e Henrique Schlithler, respectivamente, além dos gerente de marketing e futebol, Armênio Neto e Nei Pandolfo.

A expectativa é que novas demissões aconteçam nos próximos dias no departamento de comunicação, patrimônio e até na secretaria social do clube.

Público na Vila Belmiro

No aspecto público estamos sempre, com raras exceções, entre os quatro últimos colocados do campeonato brasileiro, nesse aspecto seriamos rebaixados para série B e C e jamais conseguiríamos voltar para séria A. 

O clube acaba de realizar uma promoção para o jogo contra o Vitória da Bahia, vinte reais o ingresso, dez reais para o sócio, jogo marcado para o final de tarde no sábado, horário especial para jogos de futebol, e o público foi de apenas 8, 5 mil pagantes. 

O clube, há décadas, tem uma das piores receitas de bilheteria do país entre times grandes. Dinheiro que faz muita falta na hora de montar um time com grandes jogadores. 

Pior que isso, é a imagem que a pequena Vila Belmiro, sempre vazia, produz. O país inteiro tem a sensação falsa de que o Santos é um time de torcida pequena. 

Parece lógico não transmitir jogos de um time que nem a sua torcida vai ao estádio. 

Isso pesa na hora de negociar patrocínio, de discutir contratos de cotas de TV, e principalmente, na hora de TV aberta decidir qual jogo transmitir. Parece lógico não transmitir jogos de um time que nem a sua torcida vai ao estádio. 

Aí voltamos à velha pergunta que não quer calar: 

Por que não mandar os jogos no Pacaembu ou em outro estádio da capital? 

A resposta que sempre se ouve dos dirigentes é que: “consultamos rotineiramente a comissão técnica que tem preferência pela Vila Belmiro”. 

A decisão de onde mandar os jogos deve ser pragmática, exclusiva dos dirigentes, e baseada apenas numa pergunta: O que é melhor para o Santos Futebol Clube, seus sócios, e sua torcida? 

Jogar em São Paulo implica em sair da zona de conforto, e é praticamente um problema estrutural. 

Tirando os aspectos políticos, venda de cadeira e camarotes etc. 

Jogar em São Paulo faz com que todos os envolvidos, jogadores, comissão técnica, médicos, roupeiro, motorista, seguranças, responsáveis pela arrecadação chequem em casa por volta de quatro horas depois que chegariam se o jogo fosse na Vila. Ou seja, você mexe na zona de conforto de muita gente, não é fácil. 

Na verdade é como se o clube tivesse que ter uma outra estrutura para essa operação, é muito mais gente, mais ingressos, é um problema estrutural, sempre vai haver uma grande resistência.    

Quais são os prós de jogar no Pacaembu? 

Além de quase 2,0 milhões de santistas na grande São Paulo que possui 21,0 milhões de habitantes. Segundo a Pluri Consultoria no interior o Peixe já possui a terceira maior torcida, com mais de 14% dos torcedores. 

O interior próximo que fica num raio de 100 km da capital com aproximadamente 10 milhões de habitantes e 1,4 milhões de torcedores alvinegros, ávidos para ver o Santos jogar, e com toda facilidade e estradas de primeiro mundo para ir até ao Pacaembu em até uma hora. 

O chamado interior próximo é formado pelas regiões de Campinas, Sorocaba, Vale do Paraíba, região de Jundiaí, Bragança Paulista, e são servidas pelas rodovias Anhanguera, Bandeirantes, Castelo Branco, Raposo Tavares, Dutra, Carvalho Pinto. 

Jogar no Pacaembu o Peixe amplia seu público alvo estimado de 600 mil torcedores da baixada santista, para os estimados 3,4 milhões da grande São Paulo e interior próximo. 

Nem por isso o clube pode deixar de respeitar a lei da oferta e da procura, jogos com menos apelo, baixa o preço, jogos com maior apelo, preço maior, simples assim.  

Ernesto.